O particular entre Brasil e Portugal que acabou com a derrota nacional por 6-2, disputado a 19 de novembro de 2008 em Brasília, teve um desvio na faturação de 1,1 milhão de reais (497 mil euros), concluiu o Ministério Público brasileiro.
O conteúdo da investigação, divulgado esta sexta-feira pelo jornal "Folha de São Paulo", mostra que a empresa Ailanto, contratada pelo Distrito Federal para realizar a partida, agiu com "ânimo fraudulento e má-fé" ao desviar a quantia arrecadada na bilheteira, que deveria ficar para o Governo local.
Os 497 mil euros, diz o Ministério Público, foram usados para despesas como decoração, transporte, hospedagem e segurança, que, segundo contrato, eram de responsabilidade da Ailanto.
A Promotoria pede na Justiça que a empresa devolva toda a quantia recebida no evento, de 9 milhões de reais (3,9 milhões de euros).
A empresa está ligada ao presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, pois arredou uma fazenda do dirigente, segundo a Polícia Federal.
Questionada pela "Folha de São Paulo", a assessoria de Ricardo Teixeira afirmou apenas que ele não está a responder a nenhum processo ou inquérito.
A CBF afirmou que não tinha nenhuma responsabilidade no jogo organizado pela Ailanto. O advogado da empresa não comentou o caso. Na ação, ele nega a fraude.
in: Record
saudações benfiquistas,
kid
Isto é chantagem!
Há 3 horas


0 Comentários:
Enviar um comentário